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    A captura de dados é a força vital da economia digital. Mas, à medida que o volume de dados aumenta, armazená-los com eficiência e segurança é um desafio crescente para os líderes empresariais. 

    Segundo pesquisa do Gartner, 95% das cargas de trabalho de dados serão hospedadas na nuvem até 2025, contra 30% em 2021. A consultoria prevê que mais de 95% das empresas usarão computação em nuvem até 2025.

    Neste post falaremos sobre como é possível conduzir a migração para nuvem com segurança, por meio de 6 práticas. Confira!

    1- Entender os dados que a empresa possui

    No passado, as organizações costumavam tratar o seu armazenamento de dados como um sótão ou um porão. A abordagem consistia em armazenar as informações fora de vista para economizar espaço e não lidar com elas. 

    Contudo, essa prática já não é mais admissível. O volume de dados só cresce e os gestores de TI precisam saber manter apenas o que faz sentido e agrega valor para os negócios. 

    Com dados tão valiosos, o momento da migração é ideal para avaliar exatamente quais dados você possui. São vários os aspectos que devem ser observados:

     

    • Os dados estão em um formato acessível agora e depois? 
    • O armazenamento está em conformidade com as políticas da governança de dados?
    • Quais dados podem ser descartados com segurança?

     

    Existem muitas ferramentas de gerenciamento de dados que auxiliam o processo de inventário de dados. Muitos provedores de nuvem oferecem suas próprias soluções para ajudar. Além disso, existem muitos serviços pagos disponíveis no mercado.

    Portanto, faça uso dessas ferramentas e evite a tentação de acumular. Muitas vezes, as empresas retêm dados que não precisam, assumindo mais riscos, inclusive.

    A retenção desnecessária de dados (a menos que seja legalmente exigida) aumenta a responsabilidade de uma empresa em caso de violação de segurança.

    2- Conhecer a governança e compliance de dados da empresa

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    Antes de limpar seus dados, é importante ter uma compreensão clara de todos os requisitos de conformidade em vigor. Para evitar penalidades rigorosas por violações, é vital conhecer as diretrizes e exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

    A partir daí, cabe ao gestor de TI somar esforços para manter a conformidade com os requisitos regulatórios. 

    Especialmente em setores como saúde e finanças, a adesão cuidadosa a essas regras é prioridade zero de qualquer organização que esteja planejando uma migração de dados.

    3- Garantir o controle de acesso

    A maioria dos gestores de TI prefere operar com base no princípio de privilégios mínimos. Isso afirma que os usuários finais devem ter acesso apenas ao que precisam para realizar seu trabalho.

    Esse princípio também se aplica muito bem à migração de dados na nuvem. Considerando a vulnerabilidade do processo, o pessoal autorizado deve ter acesso aos dados conforme necessário.

    Além disso, como precaução adicional, você pode implementar a autenticação de dois fatores para controle de acesso durante a migração de dados. Dessa forma, até mesmo usuários autorizados usam esse processo de duas etapas para garantir que os dados permaneçam seguros.

    4- Criptografar a migração de dados

    Quando os dados estão em movimento, eles ficam particularmente vulneráveis. Por isso, usar a criptografia de dados durante o trânsito é um meio crucial de proteger o volume de informações corporativas à medida que elas se movem de um local para outro.

    Como recursos adicionais, é possível usar ainda controles de segurança de rede e protocolos de rede criptografados.

    Para migrações de dados em grande escala, os fornecedores de nuvem oferecem soluções no estilo concierge, que incluem o transporte físico de mídia com dados para o data center virtual em nuvem.

    5- Avaliar os impactos da migração para a nuvem

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    A transferência real de dados é apenas uma etapa do trabalho. 

    Para conduzir esse tipo de migração, é importante avaliar e incluir alguns tópicos no seu plano de gerenciamento de ativos de TI:

     

    • Quais são seus planos para o equipamento de armazenamento deixado para trás após a migração? 
    • Você irá reutilizar o equipamento ou pretende desmontar e revendê-lo?
    • Qual o nível de segurança física da mídia de armazenamento restante e de qualquer outro equipamento com dados

     

    Elabore uma lista de verificação robusta para suas atividades de descomissionamento, sejam elas grandes ou pequenas, garantindo o planejamento, a execução e o acompanhamento da migração de dados. 

    6 - Limpar as unidades que não serão mais utilizadas

    Migração de dados concluída com sucesso. O próximo passo é garantir a limpeza da mídia de armazenamento. 

    Converse com o parceiro responsável pela migração de dados para a nuvem, para garantir que o processo de desativação da unidade seja devidamente documentado. 

    É importante que a empresa gere também um certificado de destruição de dados, declarando que os dados das unidades de armazenamento foram apagadas de acordo com os padrões do setor.

    Migração de dados para nuvem com segurança 

    De acordo com um estudo recente da Markets and Markets, a adoção da nuvem continuará a crescer a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 16,3% entre 2021 e 2026.

    Quer saber como conduzir a mudança da sua infraestrutura de TI para o ambiente em cloud com segurança e redução de custos? Confira o artigo: Como gastar o mínimo na migração para a nuvem.