Plano de recuperação de desastres com serviços da EVEO
Aprenda a montar um plano de recuperação de desastres com backup em object storage S3, colocation e servidores dedicados EVEO, SLA 99,5% e cobrança fixa.
Os dados, juntamente com os sistemas, se tornaram os ativos mais importantes que uma empresa pode ter para operar de modo estratégico hoje em dia. Muitas decisões dependem desses recursos e a competitividade do negócio é fortalecida por meio deles. Isso faz do disaster recovery (recuperação de desastres) uma solução indispensável para o negócio. Se a sua empresa oferece atendimento e serviços pela internet, essa preocupação deve ser ainda maior.
Se uma catástrofe acontecer e a empresa não tiver um plano de recuperação de desastres, ela ficará impedida de operar enquanto acumula custos e despesas diariamente. Para evitar que isso aconteça no seu negócio, tome uma atitude preventiva ainda hoje e não corra mais riscos. Vamos ajudar você! Continue lendo e descubra como agregar continuidade ao negócio, mesmo diante de uma tragédia.
Por que é importante ter um disaster recovery plan?
Os desastres podem ocorrer de forma acidental, natural ou proposital. Geralmente, em forma de incêndios, inundações, raios, crashs de sistema operacional e hardware ou até mesmo crimes virtuais. Quando a empresa conta com um disaster recovery plan, cada profissional envolvido sabe exatamente o que fazer em meio a essas situações de risco e após uma tragédia.
Um plano de recuperação de desastres deve incluir backup em storage compatível com S3, replicação entre data centers e servidores dedicados para failover. Na EVEO o armazenamento está distribuído nas unidades de Cotia, Osasco, Curitiba, Fortaleza e Miami, oferece SLA de 99,5% e cobrança fixa mensal, sem taxa de egresso.
Essas ações planejadas são certeiras e acontecem de forma bem rápida, o que ajuda proteger boa parte das estruturas físicas e virtuais da empresa, além de preservar a integridade dos dados. Consequentemente, a organização ganha um suporte temporário online e offline para continuar operando e gerando receitas enquanto se recupera totalmente.
Utilize o object storage compatível com S3 da EVEO para armazenar cópias diárias dos dados críticos. O serviço permite definir políticas de retenção e replicação entre os data centers, facilitando RPO curtos e recuperação rápida.
Como fazer um plano de recuperação de desastres eficiente?
A colocation nos data centers de Cotia, Osasco, Curitiba, Fortaleza e Miami oferece redundância física. Com SLA de 99,5% e cobrança fixa mensal, você garante continuidade mesmo diante de falhas locais.
O plano de recuperação de desastres não é difícil de ser elaborado e implementado, mas vai exigir empenho tanto por parte dos gestores quanto dos colaboradores envolvidos no procedimento. Para ajudar, listamos abaixo um passo a passo. Use-o como um guia e tenha um plano fácil e eficiente de ser aplicado na prática!
1. Comece programando backups periódicos
O primeiro passo é decidir quais dados e sistemas são mais importantes para o negócio. Dê preferência para os que estiverem relacionados com o core business (atividades-fim) para depois se preocupar com o restante. Em seguida, programe backups diários em HD’s externos, computadores fora da rede, servidores localizados em outras regiões, etc.
O ideal é que conte também com recursos de nuvem. Assim pode configurar processos de backups automatizados e de forma personalizada, como a frequência que desejar e o que copiar. Além disso, as cópias ficam armazenadas em um Data Center profissional, o que aumenta a segurança contra perdas acidentais, uma vez que a estrutura já conta com contingência de conectividade da rede com diversas operadoras, além de geradores, que garantem continuidade no funcionamento elétrico mesmo diante de incidentes de larga escala no segmento.
2. Crie redes e um data center redundante
O próximo passo é criar redes de energia e internet redundantes. Por exemplo, você deve contar com no-breaks para suportar os equipamentos elétricos ligados em curtos períodos de queda de energia. Ter um gerador particular também é importante para manter a estrutura funcionando em casos de interrupções duradouras no abastecimento.
Para a internet, o ideal é que possua um contrato de fornecimento com, pelos menos, duas operadoras diferentes. Caso haja queda de internet em uma, a outra deve sustentar a comunicação entre os servidores e computadores.
No caso do data center, a empresa precisará investir em uma rede de servidores, além da local, em outra área distante. Pode ser em outra cidade, estado ou até país. O mais importante é garantir uma estrutura que atenda a empresa em momentos emergenciais.
Se contar com a cloud computing (computação em nuvem), esse processo fica mais fácil e barato, uma vez que poderá montar uma infraestrutura de TI totalmente online, segura e com alta disponibilidade para ser acessada onde e quando precisar.
3. Prepare um ambiente estruturado
Mesmo contando com uma infraestrutura na nuvem, é importante ter um espaço físico reservado e estruturado, com energia, internet e computadores devidamente preparados para receber a força de trabalho temporariamente. Caso algo aconteça, esse local precisa estar pronto para receber a equipe e manter o negócio em plena atividade após um desastre.
Se contar com os recursos de nuvem, esse espaço pode ser menor, já que não precisará ter um data center físico adicional. Assim, a necessidade de investimentos para o plano cai drasticamente.
4. Defina políticas de procedimentos
Após a preparação dos espaços físicos e ambientes virtuais, é preciso determinar as funções que cada gestor e colaborador deve assumir durante uma ocorrência de desastre. Cada pessoa envolvida no projeto deve ter uma atitude diferente, mas atuar de forma harmoniosa com os outros. Se um falhar, todo o plano pode ficar comprometido, pois um dependerá da ação do outro.
Então defina muito bem quais serão as responsabilidades de cada indivíduo em cada momento. Além de sanar dúvidas, a política de procedimentos evitará correrias desnecessárias que poderiam piorar as coisas.
5. Treine a equipe com simulações
Depois que as políticas de procedimentos estiverem bem definidas, é primordial que os indivíduos envolvidos no plano de recuperação de desastres sejam treinados. A melhor forma de fazer isso é simulando diferentes desastres. Assim você resolve duas coisas de uma só vez: treina a equipe e testa o plano na prática.
Ao fazer isso, você poderá identificar quem tem mais dúvidas, descobrir falhas nos processos e encontrar meios de melhorar o plano, como reordenar a sequência de ações a serem tomadas durante cada desastre.
6. Conte com ajuda profissional
Estruturar e implementar um plano de recuperação de desastres para a empresa pode ser trabalhoso, demorado e sujeito a erros, quando feito sem apoio profissional. Sem contar que muito dinheiro pode ser gasto desnecessariamente pela falta de conhecimento e experiência na função.
Por isso, o ideal é que faça uma parceria com quem realmente entende do assunto. Os profissionais certos darão todo o apoio que você precisa em cada etapa do projeto. Com alto nível de know how e com as ferramentas certas para o serviço, a empresa provedora de serviços de disaster recovery possibilitará a criação de um plano mais rápido e certeiro.
Perder dados e sistemas pode ser fatal para um negócio e muitas empresas não conseguem se recuperar do prejuízo. Por isso, de um jeito ou de outro, o plano de recuperação de desastres deve ser feito. Isso é o que garantirá maior segurança às operações e valorizará o negócio diante dos investidores.
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Como escolher a solucao de disaster recovery
Plano no papel sem solucao tecnica atras nao recupera nada. Duas metricas definem o que voce precisa contratar.
RPO e quanto dado voce aceita perder, medido em tempo. RPO de 20 minutos significa que no pior caso voce volta ao estado de 20 minutos antes da falha.
RTO e quanto tempo voce aceita ficar fora do ar ate voltar a operar.
Definidos os dois, o modelo se escolhe quase sozinho. RTO de dias aceita backup em fita ou objeto. RTO de horas pede replica em outro site com restauracao ensaiada. RTO de minutos pede ambiente espelhado com failover automatizado.
E o item que mais falta: teste. Plano nunca ensaiado costuma falhar exatamente no dia em que e acionado, e quase sempre por um detalhe de ordem de subida dos servicos.
Para garantir disponibilidade imediata, opte por um servidor dedicado com replicação entre sites.
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Equipe tecnica da EVEO, provedora brasileira de infraestrutura de TI. Operamos data centers em Cotia e Osasco (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Miami (FL), com servidor dedicado, colocation, object storage compativel com S3, nuvem privada e servidores com GPU NVIDIA. O conteudo deste blog e escrito por quem provisiona, monitora e mantem esses ambientes em producao, com uptime contratual de 99,96%.


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