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    Toda empresa que deseja crescer e manter-se competitiva no mercado precisa fazer uso da tecnologia, mesmo que o seu negócio não esteja diretamente ligado a ela. Porém, quanto maior o uso de computadores para a troca de informações e arquivos, maior também a vulnerabilidade.

    Assim, é preciso fazer um gerenciamento de firewall para manter a segurança dos dados. A verdade é que o simples fato de determinada companhia ter duas sedes (escritórios) funcionando ao mesmo tempo já indica a necessidade de, pelo menos, uma ferramenta tecnológica para o gerenciamento de informações.

    E, se o negócio lida com dados sigilosos ou que geram vantagem competitiva, isso é mais do que obrigação. Neste artigo, vamos falar sobre o firewall, uma ótima ferramenta para ajudar na segurança da informação.

    Abordaremos o conceito, as funcionalidades e como é importante praticar corretamente o seu gerenciamento dentro da empresa. Continue a leitura!

    O funcionamento

    De maneira simples, o firewall é uma barreira que impede a entrada de arquivos maliciosos no sistema. Basicamente, quando você navega pela internet, está trocando dados permanentemente — e isso deixa as “portas abertas” para que usuários mal-intencionados invadam o seu sistema.

    O firewall funciona como um programa de segurança, que atua na sua rede autorizando ou não a entrada ao seu banco de dados. Em outras palavras, é como um porteiro, que trabalha barrando “pessoas” sem permissão.

    No ambiente corporativo, a ferramenta se torna útil pela evidente razão da proteção de informações. Quanto maior o uso da tecnologia e a troca de dados pela rede, mais suscetível a ataques fica o sistema da empresa, sendo necessário criar um “muro de fogo” para conter ataques maliciosos.

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    O gerenciamento

    O firewall é um programa de grande importância e utilidade. Porém, assim como qualquer ferramenta tecnológica, se não for realizado um gerenciamento correto, acaba sendo subutilizado e não servindo perfeitamente para o seu propósito. Esse sistema pode ser gerenciado por meio de duas frentes:

    Política default de bloqueio

    Como o próprio nome indica, esse gerenciamento se baseia no bloqueio das entradas. Ou seja: você pode configurar o que será permitido e o resto será bloqueado.

    Para muitos especialistas, essa é vista como a melhor política, pois o usuário não precisará se preocupar com eventuais invasões em um acesso isolado. Porém, o gerenciamento default de bloqueio exige um conhecimento muito maior para ser configurado corretamente, fazendo com que a maioria dos usuários o deixe de lado.

    Política default de permissão

    Nessa política, o gerenciamento é baseado na permissão de entrada. Tudo o que é listado pelo usuário deverá ser bloqueado — o resto será aceito.

    Na própria definição dessa política, fica explícito o quão vulnerável é esse tipo de regime. Isso porque, a cada dia, são criadas ameaças que podem invadir sistemas e prejudicar arquivos importantes dos usuários da rede.

    Mas, ainda que não seja tão fechada quanto a primeira, a default de permissão cumpre bem o seu papel e bloqueia automaticamente, de acordo com a sua configuração de sistema.

    As regras fundamentais para o gerenciamento de firewall

    Já vimos que o gerenciamento foca em dois tipos de política. Mas como ser efetivo nesse acompanhamento antes e durante o funcionamento do firewall? A resposta para isso é seguir as regras fundamentais de gerenciamento. Acompanhe as 5 principais:

    Defina um plano de gerenciamento de alterações

    Depois de escolher a política mais adequada e configurar corretamente o firewall, é preciso garantir que essas alterações sejam permanentes e que não haja interferência de pessoas sem autorização.

    Nesse caso, você pode nomear uma autoridade para centralizar as alterações no gerenciamento ou criar um documento que defina normas para impedir reconfigurações indesejadas. Sendo assim, no documento, você deve:

    • definir controles: para identificar quem tem ou não permissão para realizar alterações;
    • descrever quesitos necessários de comunicação para coordenar eventuais alterações;
    • agendar auditorias para controlar solicitações e resultados de alterações no firewall.

    Teste as alterações do firewall antes colocá-lo em prática

    Não vale a pena o risco de colocar o firewall protegendo a sua rede sem a certeza de que tudo está funcionando corretamente. E não se trata apenas de ser efetivo no bloqueio: é necessário um teste para confirmar se é aquele tipo de configuração que o usuário realmente deseja.

    Se uma etapa de teste for negligenciada, podem acontecer situações que fujam do controle e tragam prejuízos, como atrasos de trabalhos ou mesmo invasões inesperadas. Se possível, espelhe o seu sistema em um ambiente de homologação ou teste.

    Crie um sistema de reversão de alteração

    Para todo programa que altera configurações no sistema da máquina, o usuário deve ter um plano de reversão. Lembre-se de que erros acontecem até mesmo com profissionais e, portanto, é bom ter um plano B caso a situação não saia como o esperado.

    Existem softwares que realizam um acompanhamento completo de outros programas, criando perfis de atividades. Assim que detectam algo irregular, eles avisam ao usuário e oferecem a opção de reversão instantânea.

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    Monitore o acesso de outros usuários ao firewall

    É importante criar um registro de acesso de usuários. Isso facilitará na identificação de intrusos, independentemente se forem feitos de dentro ou de fora da rede.

    Esses registros também são capazes de revelar se aconteceram alterações recentes nas políticas de segurança do sistema. Você saberá, por exemplo, se foram inseridas brechas na segurança que permitam a entrada de códigos mal-intencionados e cavalos de troia, entre outras.

    É importante que todos os colaboradores saibam a política e entendam os riscos e as repreensões em caso de descumprimento.

    Agende auditorias regulares

    Com o passar do tempo, algumas regras estabelecidas podem conflitar com a política de gerenciamento do firewall, refletindo em obstrução do tráfego ou mesmo dificuldades para realizar alterações de segurança.

    Assim, é importante promover auditorias regularmente e analisar se não há choques entre as regras e a política do programa. Manter a atualização é necessário para melhorar a performance da rede e manter a segurança.

    No momento em que vivemos, podemos dizer que, depois do colaborador, a informação é o que a empresa tem de mais valioso. Portanto, realizar o gerenciamento de firewall é essencial para garantir não apenas a segurança dos dados, mas também a sobrevivência, a produtividade e os lucros da organização.

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