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    A transição da infraestrutura de TI para a nuvem já deixou de ser uma tendência e, agora, representa uma estratégia vital para manter a competitividade no meio empresarial. Porém nem sempre esse processo é fácil. Muitas empresas têm estruturas legadas e sistemas homologados que dificultam a migração. Por isso, um novo método vem sendo utilizado com sucesso: o gerenciamento de TI híbrida. Você já conhece essa estratégia?

    Ao decorrer desse post, você vai descobrir o que é a TI híbrida, como funciona, suas vantagens, funcionalidade e como escolher um provedor experiente na montagem desse tipo de estrutura!

    O que é e como funciona o gerenciamento de TI híbrida?

    De forma bem resumida, a TI híbrida é representada pela combinação dos recursos de infraestrutura local (in house) e na nuvem, trabalhando de maneira integrada.

    Ou seja, é quando você mantém um data center próprio dentro da empresa, mas também se beneficia das soluções de cloud computing, estabelecendo integração entre as duas soluções.

    Trata-se da evolução da TI tradicional, combinando os servidores internos com os externos. Portanto, o termo híbrido vem justamente dessa mescla entre o que a empresa tem “on premises” com o que tem na nuvem.

    Quais são as vantagens do gerenciamento de TI híbrida?

    Esse método operacional permite que as empresas se beneficiam da tecnologia de forma mais ampla. Confira agora as principais vantagens da implementação de uma TI híbrida!

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    Possibilita o aproveitamento de recursos combinados

    A estratégia permite que a empresa obtenha o melhor das duas possibilidades, pois usa recursos e funcionalidades exclusivas oferecidas pela nuvem em uma implementação feita em data center local.

    Por exemplo: um data center robusto costuma ter entre 7 e 8 geradores redundantes para o caso de uma falha elétrica, diversos links com as operadoras financeiras e pontos de troca de tráfego direto com os provedores de acesso.

    Uma infraestrutura desse porte não é fácil de ser montada dentro de uma rede interna limitada. Então a empresa transfere apenas parte da operação para a nuvem, dividindo a carga operacional.

    Conserva os investimentos realizados anteriormente

    Na maioria dos casos, quando se fala em migração para a nuvem, os gestores demonstram receio em perder todo o investimento realizado na infraestrutura local.

    Com a TI híbrida, isso não acontece, pois ela se beneficia do que é exclusivo da nuvem, sem precisar abandonar o data center “in house”.

    Dessa forma, a organização pode mesclar e distribuir o que é missão crítica, que exige alta demanda de performance, para a nuvem enquanto mantém as operações mais simples nos servidores próprios.

    Mantém os contratos de homologação conquistados

    Empresas que têm dentro do seu “modus operandi” uma comunicação com determinadas empresas de autenticação de logins, senhas e transações financeiras, como operadoras de cartão de crédito e bancos, passam por processos de homologação muito rígidos.

    No momento em que demandam recursos de cloud computing, acabam esbarrando na dificuldade em transferir essa infraestrutura para operar em nuvem, exigindo novos processos de homologações.

    Porém, quando a empresa mescla a infraestrutura e deixa a TI híbrida, pode manter a parte homologada “on premises” com o que você tem de grande qualidade e competência técnica na nuvem, melhorando o desempenho operacional.

    Reduz custos e necessidades de investimentos

    Considerando que boa parte da infraestrutura de TI é transferida para a nuvem, a empresa deixa de arcar com muitos custos relacionados à manutenção de servidores e rede, além de economizar com o consumo de energia.

    Como os servidores são virtualizados, a empresa também não precisa mais fazer grandes investimentos em renovação de equipamentos e componentes para manter uma infraestrutura local completa.

    Quais são as funcionalidades desse procedimento?

    Determinadas implementações seguem normas de “compliance” muito rígidas, como a integração com aplicações de bancos e de autenticações de usuários em sistemas de terceiros (operadoras de cartão de crédito).

    Dessa forma, muitas organizações ficam presas a alguns termos de confidencialidade assinados entre as partes, obrigando que a manipulação dos dados sejam feitas em um ambiente digital específico.

    Então, para a empresa não perder os contratos de homologações, todos os arredores da aplicação e do funcionamento da operação são levados para a nuvem, mantendo o código raiz principal sob domínio próprio.

    Ou seja, dá para a organização se beneficiar do melhor que a nuvem tem a oferecer, mantendo a propriedade privada desses dados e sistemas. Essa é a principal funcionalidade de uma infraestrutura de TI híbrida.

    Como escolher empresas que oferecem o serviço?

    Para usufruir dos benefícios, você precisa escolher um provedor com especialidade nesse tipo de estruturação. Veja agora o que considerar na hora de escolher um fornecedor de TI híbrida!

    Verifique a estrutura e a experiência

    Não é qualquer provedor de serviços de cloud computing que está apto a fornecer uma estrutura bem integrada de TI híbrida. Por isso, é importante descobrir se a empresa tem experiência em tal procedimento.

    Um diferencial importante seria a capacidade de o provedor oferecer o serviço usando infraestrutura própria, em vez de terceiros, como a nuvem pública do Google, Amazon e Microsoft, para complementar os recursos.

    A EVEO Enterprise Cloud, por exemplo, é uma empresa genuinamente brasileira que consegue montar uma TI híbrida usando equipamentos de sua propriedade. Isso permite uma adaptação do ambiente à realidade da demanda que a empresa contratante tem.

    Avalie a flexibilidade de adaptações

    Uma TI híbrida depende de uma estrutura sólida e com boa integração para funcionar. Nesse caso, o provedor precisa oferecer ambientes adaptáveis ao seu negócio, não o contrário.

    Diferente de partir para uma nuvem pública, que exige maior esforço de adaptação, o provedor deve oferecer seus próprios ambientes, agregando fácil personalização e um serviço muito mais consultivo aos usuários.

    Considerando esses aspectos, verifique se o provedor atua como um parceiro do negócio em vez de apenas um fornecedor de tecnologias.

    Ele não pode só querer vender os seus serviços, mas deve se preocupar com o sucesso do contratante. Isso a EVEO faz com excelência.

    Pesquise o suporte técnico

    O suporte técnico deve ir além de estar ativo em tempo integral. Deve estar atento, monitorando e corrigindo possíveis falhas antes mesmo que elas gerem algum efeito. A EVEO se destaca também nesse sentido.

    Além de garantir maior agilidade nos processos de estruturação, migração e integração dos ambientes, a empresa dispensa a necessidade de investimentos extras em adaptações das operações e aplicações.

    Também elimina a necessidade de treinamentos para a equipe técnica, já que a infraestrutura é que se adapta à demanda dos projetos.

    Agora que você já conhece as vantagens da TI híbrida e sabe como escolher o fornecedor ideal, não perca mais tempo. Virtualize parte da sua estrutura e agregue eficiência operacional ao negócio. Isso é o que garantirá o ganho de força competitiva para a empresa.

    Vamos começar? Entre em contato com a EVEO agora mesmo e veja como podemos ajudar!