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    Hoje, empresas migram para a computação em nuvem, principalmente, para manter vantagem competitiva, acelerar a inovação e transformar as interações com clientes, funcionários e parceiros. Mas manter o controle de custos da nuvem pode ser complicado, uma vez que os ativos estão fragmentados em várias equipes.   

    Por isso que, de acordo com o relatório State of the Cloud da Flexera, otimizar o uso existente da nuvem é a principal prioridade para 73% dos tomadores de decisão da computação em nuvem. 

    Esse é o seu caso? Neste post, aprenda tudo sobre controle de custos da nuvem. 

    O que é controle de custos da nuvem?

    Trata-se do processo de eliminar o desperdício de nuvem ao selecionar, provisionar e dimensionar corretamente os recursos que a empresa gasta em recursos específicos. 

    Essa otimização é um esforço contínuo que determina a maneira mais eficiente de alocar os recursos da computação em nuvem entre diferentes casos de uso, com o objetivo de aumentar o desempenho do serviço e reduzir o desperdício. 

    Os desafios do controle de custos da nuvem

    No papel, o controle de custos da nuvem pode parecer algo natural. Mas, na realidade, essa otimização envolve vários desafios.

    Visibilidade e contexto de negócios

    A visibilidade dos gastos com a nuvem é a chave para descobrir oportunidades de otimização de custos. A maioria das equipes não tem visibilidade real de seus gastos e tem dificuldade de alocar custos. 

    O grande número de itens de cobrança (SKUs) e cobranças secundárias, como armazenamento, transferência de dados e rede, tornam quase impossível relacionar os custos ao valor comercial e medir a economia da unidade, por exemplo, custo por cliente, produto ou recurso. 

    O resultado é que as decisões não podem ser tomadas em relação à alocação eficiente de recursos e as empresas ficam no escuro sobre se um aumento nos gastos resulta do crescimento dos negócios ou de pura ineficiência.

    Recursos desperdiçados

    Quando os ambientes de computação em nuvem aumentam, também crescem as oportunidades de desperdício de recursos: paga-se pelo que é provisionado, independentemente da utilização. 

    Para cada organização, há muitas oportunidades de eliminar recursos de nuvem desperdiçados. Mas isso primeiro envolve a identificação de ineficiências, como recursos super provisionados, ociosos ou não utilizados, bem como picos de custo em tempo real.

    Previsibilidade orçamentária

    A migração do local para a nuvem exige que as organizações mudem de um modelo CAPEX, estático, conhecido, para um modelo OPEX, baseado em uso dinâmico, que é notoriamente difícil de controlar e prever. 

    Ademais, a nuvem facilita a criação de novos recursos, o que permite que as organizações inovem mais rapidamente, mas também facilita o acúmulo de contas. Isso complica a previsão, o que é essencial para um recurso de negócios que geralmente está entre os três principais itens do orçamento de uma empresa.

    Saiba mais: Passo a passo para fazer uma migração para a nuvem

    Falta de governança

    A facilidade inerente de provisionamento de serviços em nuvem, geralmente, leva à expansão de recursos e ao excesso de custos, pois as equipes que tomam decisões sobre novos recursos, normalmente, não estão preparadas para a natureza de autoprovisionamento do gerenciamento de custos e uso da nuvem

    Muitas organizações carecem de governança formal sobre novas cargas de trabalho, o que aumenta o desafio de controlar os gastos e reduzir o desperdício. A governança de nuvem é um conjunto de políticas adotadas por empresas que executam serviços na nuvem para garantir que as implantações sejam executadas com eficiência e segurança. 

    Uma estratégia de nuvem deve envolver vários aspectos importantes da governança, incluindo gerenciamento financeiro, gerenciamento operacional, segurança e conformidade.

    Alocação de custos do Kubernetes

    Otimizar os custos da nuvem é um desafio por si só, mas a introdução do Kubernetes adiciona outra camada de virtualização para gerenciar. Como você pode gerenciar custos se as partes interessadas não têm uma visão precisa de quais recursos são usados ​​e em qual contexto? 

    Adentrar cada cluster de container para entender quem está conduzindo o consumo de recursos e alocando de forma justa os custos resultantes é um problema muito complexo. 

    Geralmente, as organizações se deparam com trabalhos manuais complexos em planilhas para dividir e alocar os custos do Kubernetes por equipes de entrega, clientes, produtos ou recursos. 

    Isso resulta em um gerenciamento financeiro insatisfatório de ambientes em contêineres e dificulta a compreensão dos custos detalhados da operação de serviços em contêineres necessários para relatórios precisos de economia da unidade.

    Práticas recomendadas de gerenciamento e controle de custos da nuvem 

    O controle de custos da nuvem é um processo de melhoria contínua. Isso porque, depende fortemente do FinOps e compreender o que acontece em seu ambiente de nuvem é fundamental para uma estratégia de otimização de nuvem funcional. Confira algumas das melhores práticas para gerenciar seu ambiente de nuvem.

    Obtenha uma visão unificada com visualização de cobrança granular

    Ter uma visão geral da nuvem — com capacidade de detalhar é uma etapa preliminar para obter controle dos custos da nuvem. As equipes de nuvem precisam contar com ferramentas de visualização e geração de relatórios que criam visibilidade completa e de ponta a ponta de toda a infraestrutura multi nuvem e dos custos de cobrança relacionados a partir de uma única plataforma. 

    Ao criar transparência nos KPIs da nuvem, essas ferramentas permitem:

    • que as equipes entendam o custo de cada recurso, serviço, projeto ou equipe; 
    • rastrear gastos e uso em projetos; 
    • criar painéis e relatórios personalizados por cliente/projetos;
    • fazer drill down até o nível do recurso. 

    O gerenciamento financeiro bem-sucedido da nuvem depende da capacidade de visualizar o custo e as informações de uso.

    Conheça e rastreie os custos unitários de nuvem

    Os custos unitários são os custos médios diretamente associados a uma unidade específica, entregue por uma organização, como cliente, produto, recurso ou equipe de entrega. 

    Um aumento nos custos da nuvem pode ser resultado do crescimento dos negócios, mas nem sempre. Entender se um aumento está proporcionalmente vinculado ao crescimento da receita exige que você aloque custos à propriedade e função do negócio.

    Controle os custos de nuvem em tempo real 

    O controle de custos da nuvem é essencial para o gerenciamento. O monitoramento dos gastos com a nuvem é bem diferente de outros custos organizacionais, pois pode ser difícil detectar anomalias em tempo real. 

    Ademais, a atividade na nuvem que não é rastreada em tempo real abre a porta para custos descontrolados potencialmente evitáveis. Além disso, é fundamental que as equipes de nuvem entendam o contexto de negócios de seu desempenho e utilização. 

    Controle continuamente a infraestrutura 

    Controle sua estratégia de otimização de nuvem com insights e previsões automatizadas baseadas em IA. As soluções avançadas de controle de custos da nuvem ajudam a otimizar continuamente os gastos com recomendações em tempo real personalizadas para seu ambiente e são rápidas de implantar. 

    Além disso, eles podem obter cada métrica baseada em nuvem mesmo em ambientes multinuvem aprender seu comportamento normal por conta própria e criar previsões de custo que permitam um planejamento de orçamento e alocação de recursos mais eficazes.

    Analise o Kubernetes com economia de unidade

    A mudança para as implantações do Kubernetes exige que as organizações estendam seus recursos FinOps para ambientes em contêineres. O objetivo é entender a divisão exata dos custos do contêiner e como eles se agregam a produtos, recursos e equipes, junto a outros serviços não conteinerizados. 

    A economia da unidade pode ser uma ferramenta poderosa para entender o valor de negócios realizado e rastrear a eficiência de seus investimentos no Kubernetes.

    Controle de custos da nuvem com FinOps 

    Tradicionalmente, o gerenciamento dos gastos com a nuvem era responsabilidade do DevOps ou dos administradores da nuvem. Mas com a computação em nuvem agora sendo uma das principais despesas operacionais em muitas organizações, alcançar todos os seus benefícios requer mudanças fundamentais no gerenciamento financeiro. 

    Nesse sentido, a implementação de uma prática de FinOps é essencial para trazer responsabilidade financeira para o modelo de gasto complexo e variável da nuvem.

    O que é FinOps?

    Trata-se de uma estrutura operacional e uma mudança cultural que reúne tecnologia, finanças e negócios para impulsionar a responsabilidade financeira e acelerar o valor comercial. 

    De acordo com a Fundação FinOps, é uma maneira das equipes gerenciarem seus custos de nuvem, onde todos se apropriam do uso da nuvem com o suporte de um grupo central de melhores práticas.

    Às vezes, é chamada de Cloud Center of Excellence, uma disciplina de gerenciamento financeiro em nuvem que permite que as empresas aproveitem ao máximo a flexibilidade da nuvem, garantindo que haja valor em cada dólar gasto.

    Quais são as fases do FinOps?

    A Fundação FinOps define as três fases da jornada FinOps como:

    1. Informar: a primeira fase do ciclo de vida do FinOps permite visibilidade completa dos custos e utilização da nuvem. Para tanto, deve haver uma alocação precisa dos gastos com a nuvem marcando todos os recursos relevantes para permitir chargeback e showback;
    2. Otimizar: uma vez que as equipes tenham visibilidade, elas podem começar a otimizar os investimentos em nuvem usando uma variedade de técnicas. Desse modo, variam desde o planejamento sob demanda e reserva até o dimensionamento correto e a utilização de ferramentas que reduzem automaticamente ou desligam recursos desnecessários;
    3. Operar: na terceira fase, as equipes FinOps monitoram continuamente as operações em nuvem e as avaliam em relação às métricas e objetivos de negócios. Como o progresso de cada equipe será diferente, as organizações podem passar por várias fases ao mesmo tempo.

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